Disposição
W55.90-1109-08
5 | Motor hidráulico (direito) | 6 | Motor hidráulico (esquerdo) |
O motor hidráulico (5) é montado no lado direito do veículo e o motor hidráulico (6) no lado esquerdo do veículo, no respectivo cubo da roda.
Tarefa
Os motores hidráulicos (5, 6) impulsionam as rodas dianteiras. O fluxo volumétrico de óleo hidráulico necessário para isto é gerado pela bomba hidráulica.
A tomada de força adicional hidrostática deve ser ativada antes pelo motorista.
Encarroçamento
W55.90-1126-09
Representado no motor hidráulico esquerdo (6) |
5 | Motor hidráulico (direito) | 10 | Anel do excêntrico | 15 | Carcaça do pistão | ||
6 | Motor hidráulico (esquerdo) | 11 | O-Ring | 16 | Flange da roda | ||
7 | Parafuso | 12 | Parafuso | 17 | Manga de eixo | ||
8 | Tampa | 13 | Distribuidor | 18 | Semi-mancais | ||
9 | O-Ring | 14 | O-Ringes |
No caso dos motores hidráulicos (5, 6) trata-se dos assim chamados motores de êmbolo radial, que são utilizados como motor no cubo da roda. A carcaça do êmbolo (15) é ligada de modo rígido através da engrenagem com a manga do eixo (17). O anel do excêntrico (10) é aparafusado com o flange da roda (16), sendo assim ligado firmemente com a roda dianteira. A carcaça do distribuidor (13) é aparafusada com a manga do eixo (17). O distribuidor (13) distribui o fluxo volumétrico pelas perfurações de óleo aos diversos êmbolos radiais na carcaça do êmbolo (15). O flange da roda (16) e a manga do eixo (17) são ligados entre si de forma móvel por meio do rolamento da roda. Através do êmbolo radial acionado de forma hidrostática na carcaça do êmbolo (15) é criada a rotação e com isto o torque no anel do excêntrico (10). Este movimento de rotação do anel do excêntrico (10) é transferido para a roda dianteira mediante o auxílio do rolamento da roda.
A carcaça do êmbolo (15) não gira, o componente em rotação aqui é o anel do excêntrico (10).
Função
Posição de ligação da roda livre |
10 | Anel do excêntrico |
15 | Carcaça do pistão |
15.1 | Êmbolo radial |
15.2 | Êmbolo radial |
15.3 | Êmbolo radial |
15.4 | Êmbolo radial |
15.5 | Êmbolo radial |
15.6 | Êmbolo radial |
15.7 | Êmbolo radial |
15.8 | Êmbolo radial |
15.9 | Êmbolo radial |
15.10 | Êmbolo radial |
17 | Manga de eixo |
b1 | Pressão de comando |
e1 | Sem pressão |
W55.90-1097-76
Através do cabo de comando, a pressão de comando (b1) é conduzida pela manga do eixo (17), entre a carcaça do êmbolo (15) e o anel do excêntrico (10). A pressão de comando (b1) pressiona os êmbolos radiais (15.1 até 15.10) de volta para a carcaça do êmbolo (15) e impedindo assim um contato entre o êmbolo radial (15.1 até 15.10) e o anel do excêntrico (10). Através das tubulações de alta pressão não é conduzido nenhum fluxo volumétrico.
Esta posição de ligação reduz o atrito nos motores hidráulicos (5, 6), quando a tomada de força adicional hidrostática não estiver ativa.
Posição de ligação da propulsão a frente |
10 | Anel do excêntrico |
15 | Carcaça do pistão |
15.1 | Êmbolo radial |
15.2 | Êmbolo radial |
15.3 | Êmbolo radial |
15.4 | Êmbolo radial |
15.5 | Êmbolo radial |
15.6 | Êmbolo radial |
15.7 | Êmbolo radial |
15.8 | Êmbolo radial |
15.9 | Êmbolo radial |
15.10 | Êmbolo radial |
17 | Manga de eixo |
a1 | Alta pressão |
b1 | Pressão de comando |
e1 | Sem pressão |
W55.90-1127-76
Na ilustração somente pode ser representado um momento no ciclo operacional dos êmbolos radiais (15.1 até 15.10). Para garantir uma propulsão uniforme, encontram-se sempre os 4 êmbolos radiais (15.1 até 15.10) no ciclo de trabalho. No caso de uma rotação do anel do excêntrico (10), cada um dos êmbolos radiais (15.1 até 15.10) passou 8 vezes pelo completo ciclo de trabalho. Na ilustração, os êmbolos radiais (15.3, 15.4, 15.8, 15.9) se encontram no ciclo de trabalho, os êmbolos radiais (15.1, 15.2, 15.6, 15.7) se encontram no ciclo de escape e os êmbolos radiais (15.1 até 15.10) se encontram no ponto morto superior. Nesta ilustração, nenhum dos êmbolos radiais (15.1 até 15.10) se encontra no ponto morto inferior.
Através das tubulações de alta pressão é conduzido o fluxo volumétrico. O disco perfurado no distribuidor (13) alimenta os êmbolos radiais (15.3, 15.4, 15.8, 15.9) pelas perfurações, cujos rolos se encontram em uma inclinação descendente no anel do excêntrico (10), com a alta pressão (a1). Os êmbolos radiais (15.3, 15.4, 15.8, 15.9) pressionam com seus rolos contra a inclinação no anel do excêntrico (10). O anel do excêntrico (10) gira, afastando-se, transmite o movimento de rotação para a roda dianteira e assim também para o distribuidor (13).
Quando os rolos dos êmbolos radiais (15.3, 15.8) alcançam o final da inclinação no anel do excêntrico (10) (ponto morto inferior), o distribuidor (13) interrompe aqui a alta pressão (a1) e abre o canal de óleo da pressão de comando (b1) para poder expelir o óleo hidráulico. Simultaneamente, os êmbolos radiais (15.5, 15.10) são submetidos pelo distribuidor (13) a alta pressão (a1) e assim deslocados para o ciclo de trabalho. Agora os êmbolos radiais (15.1 e 15.6) se encontram próximos ao ponto morto superior e estão prontos para o ciclo de trabalho, quando os êmbolos radiais (15.4, 15.9) atingirem o ponto morto inferior. Este ciclo operacional repete-se em cada um dos êmbolos radiais (15.1 até 15.10) por toda a volta.
Em ciclo de escape, pela rotação do anel do excêntrico (10), os respectivos êmbolos radiais (15.1 até 15.10) são pressionados de volta. O óleo hidráulico flui para fora da câmara de pressão para o tubo do retorno. Na ilustração estes são os êmbolos radiais (15.1, 15.2, 15.6, 15.7).
A propulsão para frente ou em marcha à ré das rodas dianteiras é realizada pela inversão da direção do fluxo do fluxo volumétrico na bomba hidráulica.
Pela alta pressão (a1) de aprox. 420 bar, é atingida uma potência de aprox. 40 kW por motor hidráulico (5, 6). O torque máximo é de aprox. 12.000 Nm.
A rotação ou o torque das rodas dianteiras é elevado ou reduzido pela regulagem do fluxo volumétrico.