GF27.20-P-2000AEA | Conversor de 2 canais - função | 7.5.08 |
CAIXA DE MUDANÇAS 722.800 no TIPO 169.006 /007 /008 /306 /307 /308, 245.207 /208 a partir de ano/modelo ANO/MODIFICAÇÃO 09 REESTILIZAÇÃO 08
CAIXA DE MUDANÇAS 722.801 no TIPO 169.031 /032 /033 /034 /331 /332 /333 /334, 245.231 /232 /233 /234 a partir de ano/modelo ANO/MODIFICAÇÃO 09 REESTILIZAÇÃO 08
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Representação em corte pela frente a esquerda do conversor de torque
1 Roda da turbina
2 Roda condutora
3 Engrenagem da bomba
4 Disco da embreagem (acoplamento ponte do conversor)
5 Revestimento de fricção (acoplamento ponte do conversor)
6 Tampa do conversor
7 Amortecedor de torção
8 Roda livre
Y3/9 Unidade elétrica de comando CVT
Y3/9n1 Módulo de comando CVT
Y3/9y4 Válvula magnética reguladora do acoplamento ponte do conversor de torque CVT
Condições funcionais do conversor de torque de 2 canais - geral
Terminal 87 LIGADO
Terminal 61 (motor em funcionamento)
Conversor de torque de 2 canais - geral
O conversor de torque assume as seguintes tarefas:
– Minimização do fluxo de força com o veículo parado e rotação de marcha lenta
– Elevação do torque do motor
– Adaptação contínua da rotação do motor e do torque do motor no início da marcha
Conversor de torque de 2 canais - sequência da função
A sequência da função está dividida nos seguintes itens:
Sequência da função da operação de conversor
Sequência da função do acoplamento ponte do conversor de torque
Sequência da função da operação de acoplamento
Sequência da função da operação de conversor
O óleo necessário é alimentado ao conversor de torque através da entrada. Aqui, o fluxo de óleo separa o êmbolo (acoplamento ponte do conversor de torque) da tampa do conversor e é alimentada à roda da bomba. A roda da bomba transporta o óleo através das pás da roda da bomba, devido ao efeito da força centrífuga para fora (até a roda da turbina), e impulsiona a roda da turbina.
As pás da roda da turbina conduzem o óleo sobre as pás da roda condutora, as quais alimentam a roda da bomba com o óleo. Através do desvio do óleo na roda condutora, a qual é apoiada contra a carcaça da caixa de mudanças pela roda livre, é gerado um aumento do torque do motor. Na diferença mais alta de rotação entre a roda da bomba e a roda da turbina, a conversão do torque chega no seu valor mais alto (aprox. o fator 2,0) e cai, com aumento do igualamento da rotação para uma relação de torque de 1:1. A partir deste estado operacional (também chamado de ponto de embreagem), a roda condutora gira sincronizada com as rodas da bomba e da turbina.
Na zona de embreagem, é atingido um rendimento de aprox. 98 %.
Como retorno é utilizado o canal de óleo entre o eixo do estator e a carcaça da roda da bomba.
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Representado o fluxo da força na operação de conversor
1 Roda da turbina
2 Roda condutora
3 Engrenagem da bomba
10 Êmbolos (acoplamento ponte do conversor de torque)
14 Retorno
15 Admissão
Sequência da função do acoplamento ponte do conversor de torque
O acoplamento ponte do conversor de torque é um acoplamento úmido com disco único.
Através dos amortecedores de torção é minimizada a transmissão de vibrações do trem de força para a carroçaria.
O acoplamento ponte do conversor de torque possui a tarefa de reduzir a perda de potência produzida pelo conversor de torque, através de uma minimização da derrapagem do conversor.
Para isso, o módulo de comando CVT, instalado na unidade de comando elétrica CVT, ativa a válvula eletromagnética de regulagem do acoplamento ponte do conversor de torque CVT.
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Através da válvula eletromagnética de regulagem do acoplamento ponte do conversor de torque CVT é influenciada pressão de óleo e, assim, o deslizamento do conversor, levando em consideração os seguintes parâmetros:
– Carga do motor
– Velocidade do veículo
– Aceleração do veículo
– Temperatura do óleo da caixa de mudanças
– Cota de atrito
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Sequência da função da operação de acoplamento
A operação de acoplamento é iniciada através da inversão do fluxo de óleo, durante isso, o sentido do fluxo de óleo no conversor de torque é mantido. O óleo necessário é transportado através da entrada entre o eixo do estator e a carcaça da roda da bomba para a roda da bomba. Pela pressão de óleo se formando na câmara de pressão atrás do êmbolo (acoplamento ponte do conversor de torque), o êmbolo é pressionado contra a carcaça do conversor.
A roda da turbina conectada com o êmbolo é unida por engate na transmissão de força com a roda da bomba. A roda da turbina é ligada por união positiva com a árvore primária. Deste modo, faz-se ponte em grande parte do conversor de torque.
O revestimento de embreagem do acoplamento ponte do conversor de torque é equipado, para a operação de acoplamento, com pequenos canais de óleo no revestimento de atrito, pelos quais o óleo pode escoar através do retorno.
A fim de evitar a transferência de oscilações do sistema de transmissão com rotações críticas, o acoplamento ponte do conversor possui uma larga zona de derrapagem e pode ser ativado com uma rotação de derrapagem controlada, conforme a necessidade, em todas as zonas de transmissão.
O acoplamento ponte do conversor pode se encontrar no estado "aberto" ou no estado "com derrapagem". Entre ambos os estados, há as fases de transição:
– "ABERTO até DESLIZANDO"
– "DESLIZANDO até ABERTO"
Adicionalmente, são compensados os efeitos de envelhecimento na hidráulica e mecânica, através da unidade de comando elétrica CVT. Deste modo, o acoplamento ponte do conversor contribui para melhorar o conforto de câmbio, economizar combustível e elevar a durabilidade e confiabilidade da caixa de mudanças CVT.
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Representado o fluxo da força na operação de acoplamento
1 Roda da turbina
2 Roda condutora
3 Engrenagem da bomba
10 Êmbolos (acoplamento ponte do conversor de torque)
14 Retorno
15 Admissão
Documentos referenciados
- gf2719p1000aea Módulo de comando CVT - Descrição dos componentes