gf0761d2005hb

Operação de rodagem - Função ME

Tipo gf · tema 07.61 · versão 0100 · 2012-03-08

Válido para: MOTOR 271.951 no TIPO 906

Onde se situa

Grupo funcional 1 Motor › 07 Preparação da mistura › 07.61 Sistema de injeção de gasolina e sistema de ignição ME — Série 906

Também válido para motores/caixas de velocidades: 271 951

GF07.61-D-2005HB

Operação de rodagem - Função ME

28.11.08

MOTOR 271.951 no TIPO 906

Pré-requisitos de funcionamento - operação do veículo

Terminal 87M LIGA (comando do motor LIGA)

Motor ligado

Operação de condução - geral

Além das funções parciais descritas a parte (ponto morto, alimentação de combustível, carregamento e limpeza do gás de escape), as seguintes funções parciais estão ativas durante a operação do veículo:

Função de gerenciamento térmico, com Code (HH9) ar condicionado regulado, (Tempmatik) ou Code (H08) ar condicionado de alto desempenho

Solicitações de torque do motor - Função

Corte de combustível em marcha por retração - Função

Regulagem das árvores comando de válvulas - Função

Elevação do ponto de mudança de marcha, com caixa de mudanças 722.6 - Função

Regulagem da detonação - Função

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Proteção contra superaquecimento e pré-ignição - Função

Pedal de acelerador eletrônico (EFP) - Função

Gerenciamento térmico, com Code (HH9) ar condicionado regulado, (Tempmatik) ou Code (H08) ar condicionado de alto desempenho - Função

Com o gerenciamento térmico controlado pelo módulo de comando ME (N3/29) a temperatura do líquido de arrefecimento do motor é regulado por meio da rotação do ventilador.

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O comando do ventilador adicional Clima 1 (M4/13), do ventilador adicional Clima 2 (M4/14) e da respetiva rotação dos ventiladores depende dos seguintes componentes e sinais:

- Sensor de temperatura do líquido de arrefecimento (B11/18), temperatura do líquido de arrefecimento

- Módulo de comando e controle KLA (S98), status do ar condicionado por meio do Control Area Network-Bus Classe B (compartimento interno) (CAN-B) e do Control Area Network-Bus Classe C (compartimento do motor) (CAN-C)

O módulo de comando ME comanda o ventilador adicional Clima 1 e o ventilador adicional Clima 2 por meio de um sinal de Modulação por Largura de Pulso (MLP).

O ciclo de serviço do sinal MLP é de 10 % (rotação mínima do ventilador) até 90 % (rotação máxima do ventilador). Em caso de comando defeituoso o ventilador auxiliar do ar condicionado 1 e o ventilador auxiliar do ar condicionado 2 giram com a rotação máxima (operação de emergência do ventilador).

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Com "Borne 15 DESLIGADO", o ventilador continua em operação, dependendo da temperatura do líquido de arrefecimento. A continuação do funcionamento do ventilador pode ser de até
5 minutos.

A proporção de sensores do sinal PWM no funcionamento posterior do ventilador é, no máximo, de 40 %.

Se, com isso, a tensão da bateria cair demais, então o funcionamento posterior do ventilador será suprimido.

Requisitos de torque do motor - Função

O módulo de comando ME coordena e prioriza os requisitos de torque do motor que são feitos junto ao sistema de injeção de gasolina e de ignição ME (eletrônica do motor) (ME). Simultaneamente será definido para cada solicitação com que dinamismo a mesma será transformada.

As solicitações de torque do motor podem ser feitas por meio dos seguintes componentes e sistemas:

- Módulo do pedal do acelerador (B37/3)

- Módulo de comando ESP (N30/4)

- módulo de comando EGS (N15/3), com caixa de mudanças 722.6

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- Módulo de comando e de controle KLA, com Code (HH9) ar condicionado regulado, (Tempmatik) ou Code (H08) ar condicionado de alto desempenho

- Módulo de comando PSM (N26/15), com Code (ED8) preparo para Módulo Especial Parametrizável (PSM) ou Code (ED5) Módulo Especial Parametrizável (PSM), para conexão de carrocerias especiais

A limitação do torque máximo do motor (por ex. no modo de emergência) e a limitação da rotação máxima do motor também são feitas pelo módulo de comando ME.

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O módulo de comando ME altera, em função da dinâmica da solicitação, o torque do motor por meio de:

- Prolongação ou redução do tempo de injeção das válvulas de injeção de combustível

- Ajuste antecipado ou retardado do ponto de ignição (possibilita a alteração muito rápida do torque do motor)

- Combinação de ajuste do tempo de injeção e do ponto de ignição

Uma reserva de torque é possibilitada pelo prolongamento do tempo de injeção e pelo retardamento simultâneo dos pontos de ignição. O torque do motor inicialmente permanece inalterado. Contudo, agora é possível o aumento muito rápido, em caso da solicitação correspondente, do torque do motor por meio de um ajuste antecipado do ponto de ignição.

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Corte de combustível em marcha por retração - Função

O corte de combustível de desaceleração está ativo sob os seguintes pré-requisitos de funcionamento:

‒ Terminal 61 ligado

- Veículo em movimento

- Pedal do acelerador não acionado

- Pedal de embreagem não acionado, com caixa de mudanças 711.6

- Posição da alavanca selecionadora "P" ou "N", com caixa de mudanças 722.6

- Veículo não está no modo Tempomat, com Code (MS1) Tempomat

- Sem temperaturas de gás de escape muito altas

O módulo de comando ME realiza um corte de combustível em marcha por retração, dependendo dos seguintes sensores e sinais:

- Sensor de temperatura do líquido de arrefecimento, temperatura do líquido de arrefecimento

- Módulo do pedal de acelerador, posição do pedal de acelerador

- Sensor da árvore de manivelas (L5/12), rotação do motor

- interruptor do pedal da embreagem (S40/3), com caixa de mudanças 711.6

- Módulo de comando EGS, nível de comutação por meio do CAN-C, com caixa de mudanças 722.6

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Em marcha por retração, o módulo de comando ME desligará, dependendo da temperatura do líquido de arrefecimento, da marcha engrenada e da rotação do motor, as válvulas de injeção de combustível se o pedal do acelerador não for acionado.

As válvulas injetoras de combustível são ligadas novamente, quando for acionado o pedal do acelerador. Após o desligamento do empuxo, o módulo de comando ME enriquece a mistura combustível-ar pelo breve prolongamento do tempo de injeção para eliminar o oxigênio acrescentado do catalisador. O desligamento do empuxo é suprimido com temperaturas do gás de escape muito elevadas visto que alto teor de oxigênio no gás de escape em caso de desligamento do empuxo leva à oxidação elevada (combustão posterior) de monóxido de carbono (CO) e de hidrocarbonetos. O calor adicional assim criado pode sobreaquecer os catalisadores.

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Regulagem das árvores comando de válvulas - Função

Por meio do ajuste da árvore comando de válvulas, a árvore de comando de admissão pode ser ajustada em até 50° KW em direção à antecipação, e a árvore de comando de saída em até 40° KW em direção ao retardamento. Desta forma, a superposição de válvulas na troca de carga pode ser variada.

Com isso é otimizada a curva do torque do motor e melhorado o comportamento dos gases de escape.

O módulo de comando ME registra, para o ajuste da árvore comando de válvulas, os seguintes sensores e sinais:

- Medidor da massa de ar a película quente (B2/13), carga do motor

- Sensor da árvore comando de válvulas de admissão (B6/21), posição de admissão da árvore comando de válvulas

- Sensor da árvore comando de válvulas de escape (B6/22), posição de escape da árvore comando de válvulas

- Sensor de temperatura do líquido de arrefecimento, temperatura do líquido de arrefecimento

- Sensor da árvore de manivelas, rotação do motor

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Para o ajuste da árvore comando de válvulas, os reguladores da árvore de comando de admissão (Y49/8) e da árvore de comando de saída (Y49/9) são acionados pelo módulo de comando ME por meio de um sinal MLP de 150 Hz.

O acionamento é feito conforme o campo referencial na faixa de carga parcial e total e possibilita, conforme o ciclo de trabalho dos sinais MLP, a regulagem contínua da árvore comando de válvulas.

No comando, os pistões de regulagem das regulagens das árvores comando de válvulas são torcidos pela força magnética crescente e o óleo do motor flui nos pistões de comando. Desse modo, os êmbolos de comando se deslocam axialmente para trás e através de uma engrenagem helicoidal torcem a respectiva árvore comando de válvulas no sentido de rotação da árvore comando de válvulas.

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Elevação do ponto de mudança de marcha, com caixa de mudanças 722.6 - Função

A elevação do ponto de troca das marchas leva o catalisador mais rápido na temperatura de operação após a partida do motor.

O módulo de comando ME comanda a elevação do ponto de troca de marcha em dependência da temperatura do líquido de arrefecimento e da velocidade do veículo.

O aumento do ponto de mudança está ativo por no máximo 160 s e ocorre exclusivamente de forma eletrônica.

Através do CAN-C, o módulo de comando ME requisita que o módulo de comando EGS desloque as linhas de mudança de marcha. As mudanças de carga parcial são feitas então com rotação maior do motor e/ou com velocidade maior do veículo.

Função da regulagem da detonação

A regulagem de detonação visa garantir o funcionamento do motor livre de detonações, com diferentes qualidades de combustível e em todas as condições operacionais. Em caso de combustão descontrolada (detonação), o ponto de ignição do respetivo cilindro é retardado.

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O módulo de comando ME comanda a regulagem de detonação em dependência dos seguintes sensores e sinais:

- Sensor de pré-ignição (A16/7)

- Medidor da massa de ar da película quente, carga do motor

- Sensor da árvore comando de válvulas de admissão, identificação do circuito de ignição

- Sensor da árvore comando de válvulas de escape, identificação do circuito de ignição

- Sensor de temperatura do líquido de arrefecimento, temperatura do líquido de arrefecimento

- Sensor da temperatura do ar de admissão (B17/14), temperatura do ar de admissão

- Sensor de pressão de sobrealimentação (B5/7), pressão de sobrealimentação

- Módulo do pedal de acelerador, solicitação de carga ao motorista

- Sensor Hall da árvore de manivelas, rotação do motor e posição da árvore de manivelas (reconhecimento do circuito de ignição)

Adicionalmente são consideradas as solicitações da função das solicitações do torque do motor.

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A regulagem de detonação abrange as seguintes áreas parciais:

Processo de funcionamento da regulagem do ângulo de ignição

Procedimento de pesquisa do índice de octanas (ROZ) - Correção

Processo de funcionamento adaptação da regulagem de detonação

Processo de funcionamento regulagem do ângulo de ignição

O módulo de comando ME calcula conforme os sinais de entrada uma correção do ângulo de ignição específica ao cilindro.

Caso os sensores de batida identifiquem batidas em um cilindro, seu ponto de ignição será colocado, em dependência da rotação do motor, em "tarde" a partir da próxima ignição.

Caso continuem ocorrendo batidas, o ponto de ignição será regulado para "tarde" até atingir o deslocamento máximo.

No caso da ignição isenta de detonação, o ajuste atrasado será retirado em etapas até que o valor normal do campo tenha sido alcançado ou que surja nova detonação.

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Processo de funcionamento correção ROZ

A correção ROZ pode ser configurada previamente com o STAR DIAGNOSIS.

Adicionalmente, a regulagem da batida dispõe de um interruptor ROZ automático.

Este reconhece uma tendência de detonação elevada e contínua do motor e descarrega a regulagem de detonação através de uma regulagem de avanço correspondente. Para tal são avaliados os valores de adaptação memorizados, os pontos de ignição de todos os cilindros e a quantidade de intervenções de regulagem em determinadas faixas de carga e rotação do motor.

De acordo com cada ultrapassagem de pico, o valor ROZ é alterado em um ou mais estágios. O nível ROZ regulado permanece até o desligamento do motor.

Quanto mais alto for o nível ROZ selecionado, tanto menor será a regulagem máxima para tarde do ponto de ignição.

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Processo de funcionamento adaptação da regulagem de detonação

A partir de uma temperatura do líquido de arrefecimento de aprox. 75 °C, a adaptação da regulagem de detonação é ativada.

As correções necessárias do ponto de ignição por combustão de detonação são arquivadas continuamente e específico ao cilindro de acordo com o respectivo estado operacional do motor.

Na determinação de diversos pontos de ignição, os valores de adaptação armazenados são considerados, de modo que para cada cilindro possa ser determinado imediatamente o ponto de ignição otimizado.

Em caso de aceleração súbita, não são armazenados valores durante aprox. 2 s para evitar valores de adaptação errôneos.

Em caso de falha do sinal de um dos sensores de detonação, os pontos de ignição de todos os cilindros (em função da rotação do motor e da temperatura do líquido de arrefecimento) são regulador por até 15° KW para "mais tarde", por motivos de segurança. A regulagem de detonação e sua adaptação são bloqueadas e é registrada uma falha na memória de falhas.

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Proteção contra superaquecimento e pré-ignição - Função

A proteção contra superaquecimento/pré-ignição protege, em caso de sobrecarga térmica, contra danos no motor ou contra danos de superaquecimento no catalisador. O módulo de comando ME diminui o calor introduzido no sistema de arrefecimento por meio da combustão através da limitação da potência do motor.

O módulo de comando ME controla a proteção contra superaquecimento e pré-ignição através dos seguintes sensores e sinais:

- Medidor da massa de ar da película quente, carga do motor

- Sensor de temperatura do líquido de arrefecimento, temperatura do líquido de arrefecimento

- Sensor da temperatura do ar de sobrealimentação - Temperatura do ar de sobrealimentação

- Sensor de pressão de sobrealimentação - Pressão do ar de sobrealimentação

- Sensor da árvore de manivelas, rotação do motor

- Potenciômetro de valores efetivos para válvula estranguladora (M16/47r1) do regulador da válvula estranguladora (M16/47) - Regulagem da válvula estranguladora

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Em caso de temperatura muito elevada do líquido de arrefecimento e/ou do ar de sobrealimentação, o módulo de comando ME retarda, dependendo do campo de reconhecimento, o respetivo ponto de ignição e, se for o caso, a válvula do ar circulante é aberta pelo atuador da válvula do ar circulante (M16/46) (pressão de sobrealimentação reduzida).

As correções do ângulo de avanço da temperatura do líquido de arrefecimento, da temperatura do ar de sobrealimentação e da regulagem de detonação somam-se de acordo com o campo característico.

EFP - Função

A função EFP controla, dependendo das indicações dadas pelo motorista e das condições operacionais, o ângulo de abertura da válvula estranguladora.

O módulo de comando ME regula a posição da tampa da borboleta dependendo dos seguintes sensores e sinais:

- Módulo do pedal de acelerador, posição do pedal de acelerador

- Interruptor do pedal da embreagem, acionamento da embreagem, com caixa de mudanças 711.6

- Módulo de comando SAM (N10), marcha à ré, por meio do CAN-B, módulo de comando EZS e o CAN-C, com caixa de mudanças 711.6

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- Módulo de comando EGS, marcha à ré, por meio do
CAN-C, com caixa de mudanças 722.6

- Módulo de comando EGS, nível de velocidade, por meio do CAN-C, com caixa de mudanças 722.6

- Módulo de comando ESP, acionamento dos freios, por meio do CAN-C

- Módulo de comando ESP, solicitação do Tempomat, por meio do CAN-C, com Code (MS1) Tempomat

A função EFP é subdividida nos seguintes procedimentos:

Processo funcional do comando da tampa da borboleta

Processo funcional do amortecimento da tampa da borboleta

Sequência de funções marcha a ré

Operação de emergência EFP

Processo funcional do comando da tampa da borboleta

O módulo de comando ME comanda o posicionador da válvula estranguladora conforme o campo referencial dependendo do sensor do pedal do acelerador. O acionamento do servomotor (M16/47m1) é feito pelo módulo de comando ME por meio de um sinal MLP.

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O ângulo de abertura da válvula estranguladora é determinado somente pela definição do pedal do acelerador quando nenhuma função limitadora (p.ex., solicitação Tempomat) estiver ativa (com Code (MS1) Tempomat).

O potenciômetro do valor real da válvula estranguladora comunica a posição atual da válvula estranguladora ao módulo de comando ME.

Processo funcional do amortecimento da tampa da borboleta

O módulo de comando ME regula o amortecimento da válvula estranguladora com a ajuda dos seguintes sensores e sinais:

- Sensor de temperatura do líquido de arrefecimento, temperatura do líquido de arrefecimento

- Sensor do pedal do acelerador, acionamento do pedal do acelerador (rápido, lento)

- Sensor da árvore de manivelas, rotação do motor

- Potenciômetro do valor efetivo para a válvula estranguladora - Regulagem da válvula estranguladora

- Velocidade do veículo

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O amortecimento da borboleta tem a tarefa de somente fechar a borboleta com retardo até a zona da marcha lenta em uma súbita desaceleração. Com isso é reduzido lentamente o torque do motor e o veículo não retarda no solavanco.

Sequência de funções marcha a ré

Quando o módulo de comando ME recebe a informação "marcha à ré" do módulo de comando EGS (com caixa de mudanças 722.6) ou do módulo de comando SAM (com caixa de mudanças 711.6), a válvula estranguladora é aberta mais lentamente e o ângulo máximo de abertura é limitado a aproximadamente 50 %. Isto otimiza o conforto de condução e a segurança de condução na marcha à ré.

Operação de emergência EFP

A função da operação de emergência é possibilitar a continuação segura da rodagem em caso de falhas do EFP.

O funcionamento em emergência é reconhecível nitidamente com o funcionamento do motor "roncando.

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O módulo de comando ME comanda o funcionamento em emergência do motor baseado nos seguintes sensores e sinais:

- Módulo do pedal de acelerador, posição do pedal de acelerador

- Sensor da árvore de manivelas, rotação do motor

- Potenciômetro do valor efetivo para a válvula estranguladora - Regulagem da válvula estranguladora

- Módulo de comando ESP, acionamento dos freios, por meio do CAN-C

- Módulo de comando EGS, nível de velocidade, por meio do CAN-C (com caixa de mudanças 722.6)

O funcionamento em emergência do EFP é subdividido nos seguintes procedimentos:

Procedimento do funcionamento em emergência em caso de falha do módulo do pedal do acelerador

Procedimento do funcionamento em emergência em caso de falha do potenciômetro do valor efetivo para a válvula estranguladora

Procedimentos do funcionamento em emergência em caso de falha do servomotor

Processo de funcionamento em posição de funcionamento de emergência

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Procedimento do funcionamento em emergência em caso de falha do módulo do pedal do acelerador

Em caso de falha de um sensor Hall no módulo do pedal do acelerador, ocorre a comutação para o 2° sensor Hall. A abertura da borboleta é limitada em aprox. 60 % da abertura máxima. Adicionalmente sucede uma limitação dinâmica da velocidade de abertura da borboleta (borboleta abre reduzida).

Se o teste de plausibilidade dos sensores Hall for negativo, ou se ambos os sensores Hall falharem, somente é regulada a rotação de marcha lenta.

Procedimento do funcionamento em emergência em caso de falha do potenciômetro do valor efetivo para a válvula estranguladora

O potenciômetro do valor efetivo para a borboleta (válvula estranguladora) é constituído pelo potenciômetro do valor efetivo (Wiper 1) (M16/47r3) e pelo potenciômetro do valor efetivo (Wiper 2) (M16/47r4).

Em caso de falha de um dos dois potenciômetros, ocorre a comutação para o potenciômetro que estiver intato. Como parâmetro adicional serve a massa de ar determinada por meio do medidor da massa de ar à película quente.

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Caso os dois potenciômetros estejam com defeito, a borboleta será colocada na posição de emergência de aprox. 10° de ângulo de abertura por meio de uma mola.

Procedimento do funcionamento em emergência em caso de falha do servomotor

O comando da válvula borboleta é comutado sem corrente elétrica e a válvula borboleta será posicionada pela manga de mola para a posição de funcionamento em emergência de aprox. 10º de ângulo de abertura.

Processo de funcionamento em posição de funcionamento de emergência

Quando a borboleta se encontra na posição de modo de emergência, a rotação do motor é limitada à rotação máxima de cerca de 1800 rpm. por meio do desligamento e ligamento da alimentação de combustível para os cilindros (desligar e ligar as válvulas injetoras de combustível).

Os cilindros são desligados e ligados em dependência da rotação do motor, da identificação da frenagem, e do nível de velocidade escolhido (com caixa de mudanças 722.6).

É acionado o pedal do freio, significa este sempre para a definição de marcha lenta. A rotação da marcha lenta é de aproximadamente 1200 rpm.

Falhas identificadas pelo sensor do pedal do acelerador e do posicionador da borboleta são gravadas na memória de falhas e podem ser lidas e apagadas por meio de Star Diagnosis.

Módulo de comando ME - Descrição dos componentes

GF07.61-D-6000HB

Posicionador da árvore comando das válvulas - Descrição dos componentes

GF05.20-D-1110HB

Válvulas de injeção de combustível - Descrição dos componentes

GF07.03-D-6010HB

Sensor de pressão atmosférica - Descrição dos componentes

GF07.04-D-5002HB

Sensor de posição da árvore de manivelas - Descrição dos componentes

GF07.04-D-6010HB

Sensor de posição da árvore comando de válvulas - Descrição dos componentes

GF07.04-D-6021HB

Sensor de detonação - Descrição dos componentes

GF07.04-D-6030HB

Sensor de temperatura do líquido de arrefecimento - Descrição dos componentes

GF07.04-D-6040HB

Sensor de temperatura do ar do turbo - Descrição dos componentes

GF07.04-D-6050HB

Sensor da pressão de sobrealimentação - Descrição dos componentes

GF07.04-D-6053HB

Medidor da massa de ar a filme quente - Descrição dos componentes

GF07.07-D-6000HB

Elemento de ajuste da válvula da recirculação - Descrição dos componentes

GF09.50-D-2100HB

Elemento de ajuste da válvula borboleta - Descrição dos componentes

GF30.20-D-2021HB

Documentos referenciados