Indicações sobre a memória de falhas
Os módulos de comando ME esquerdo (N3/11) e direito (N3/12) dispõem de uma memória de falhas. Legíveis são todas as falhas em conjunto somente através do módulo de comando ME direito (N3/12). O reconhecimento das falhas e o seu registro é diferenciado como segue:
Falhas sempre existentes
Falhas de mal contato que surgiram durante um percurso
A memória de falhas permanece mesmo após desconectar a bateria do veículo.
Em veículos (exceto ) as falhas que não ocorrem mais são automaticamente eliminadas da memória de falhas após no máximo 40 fases de aquecimento.
Em veículosas falhas que não ocorrem mais são apagadas automaticamente da seguinte maneira:
Após 3 rodagens desliga a luz de controle CHECK-ENGINE. Depois de outras 40 fases de aquecimento a falha é apagada.
Ocorreu uma fase de aquecimento ou uma rodagem:
Fase de aquecimento
Temperatura do líquido de arrefecimento na partida < 35 °C
Aquecimento do líquido de arrefecimento até >80 °C
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Rodagem
Tempo após partida > 20 minutos
Temperatura do motor > -7 °C
Rotação do motor >500/min
Todas as cadeias de efeitos já foram verificadas durante a rodagem anterior
As falhas memorizadas só podem ser lidas com o HHT com ignição ”EIN” (ligada) ou com ”motor ligado” .
A indicação de impulsos e a diagnose da relação de manipulação deixaram de existir.
Indicações sobre o auto ajuste da formação de mistura
Nos veículos com CAT a regulagem Lambda determina o tempo de injeção com tanta precisão em todas as situações de operação que a relação combustível/ar sempre se encontra em Lambda 1 (corresponde a 14,7 kg ar para 1 g de combustível)
Se surgem falhas causadas por:
Ar incorreto,
Desgaste ou coqueificação das válvulas de injeção de combustível
Desgaste no motor
Resistência de contato no medidor da massa de ar
Regulador de pressão de membrana com defeito
Válvula comutadora com defeito (regeneração)
o módulo de comando do motor ME 1.0 assume naturalmente a correção da mistura.
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Os valores de correção são constantemente calculados e permanentemente memorizados. O auto-ajuste é executado de modo aditivo na marcha lenta e multiplicativo com meia carga. A correção no sentido rico ou pobre na marcha lenta é de 1,0 ms (tempo de injeção) e com carga parcial com o fator 0,77–1,28. Após trabalhos de reparo o módulo de comando ME 1.0 adapta-se automaticamente.
Indicação para a codificação de variante
Os módulos de comando ME 1.0 dispõem de uma codificação de variante. A codificação só pode ser executada com o Hand-Held-Tester (automática e manual).
Para a codificação deve se observar as seguintes execuções de veículos:
Tipo de veículo
CAT
Sem CAT (catalisador)
Execução do país
Indicações sobre o sistema de liberação para partida estágio 2e estágio 2a (FBS)
Em veículos com o sistema de injeção e de ignição (ME) está instalado um sistema de liberação para a partida (FBS). A ativação do sistema de liberação para partida ocorre pelo módulo de comando IFZ ou pelo módulo de comando FBS através da linha de dados CAN para o módulo de comando ME.
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Após a ativação do sistema de autorização de partida os módulo de comando ME desativam a injeção.
Nos veículos até 5/96 está instalado um sistema de liberação para partida estágio 2. A ativação e a desativação ocorrem através do controle remoto IFZ.
Nos veículos a partir de 6/96 está instalado um sistema de liberação para partida de estágio 2a.
A ativação e a desativação ocorrem através de uma técnica transponder através da chave de ignição. Assim que a chave é girada na fechadura o módulo de comando infravermelho FBS recebe um sinal e libera o comando do motor através da linha de dados CAN.
O abrir e fechar do veículo com chave mecânica não tem influência sobre o sistema de liberação para partida. Os módulos de comando ME e IFZ ou o módulo de comando infravermelho FBS estão fortemente travados entre si por um código de identificação. Esta identificação não pode ser apagada (ver valores real HHT ”sistema de liberação para a partida ” item 3/7 do menu).
Por isso a troca dos módulos de comando ME ou do módulo de comando IFZ ou do módulo de comando infravermelho FBS a título de teste para um outro veículo não é possível.
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Se for instalado um novo módulo de comando ME para fins de teste só podem ser executados no máximo 40 procedimentos de partida, pois depois disto os módulos de comando se interligam definitivamente. Antes da primeira partida deve ser executada no módulo de comando ME uma codificação de variantes com o HHT. Adicionalmente deve ser encaminhada a identificação e o n° de identificação do veículo deve ser registrado (ver valores reais HHT ”sistema de liberação para a partida ” item 3/7 do menu).
Observação para a identificação automática do batente mecânico final inferior e para a abertura total das borboletas dos elementos de ajuste
As posições finais das borboletas são registradas pelos elementos de ajuste e memorizadas nos módulos de comando ME.
Após a substituição de um ou dos dois módulos de comando ME ou dos elementos de ajuste o batente mecânico final da borboleta e a posição de carga máxima devem ser registrados e memorizados novamente.
Após interrupção da alimentação elétrica do borne 30 (B+), o módulo de comando executa automaticamente a adaptação do elemento de ajuste com ignição ”EIN” (ligada) (batente mecânico final inferior da borboleta).
Condições para o processo de programação:
Alavanca seletora na posição P/N
Parada do veículo
Motor parado
Temperatura do líquido de arrefecimento entre 5 °C e 100 °C
Pedal do acelerador não acionado.
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Quando todas as condições tiverem sido preenchidas deixar a ignição ligada por no mínimo 60 segundos e então deixar a ignição desligada por no mínimo 10 segundos !
Se a tensão não tiver sido interrompida o valor programado será memorizado na memória fixa somente após 10 ciclos de partida. Se, por exemplo, a bateria for desligada após o 9° ciclo de partida o processo de programação deve ser repetido.
Indicação para o módulo de comando ME após interrupção da alimentação elétrica do borne 30
Se após uma interrupção de tensão for necessária uma verificação de operação e de operação suave devem ser preenchidas as seguintes condições:
Temperatura do meio de arrefecimento > 80°C.
Conduzir o veículo no equipamento de teste de rolos com alavanca de seleção na posição 4 ou em estrada com alavanca de seleção na posição 3.
Aumentar a rotação do motor para > 3500/min e então diminuir o avanço para < 1200/min.
Repetir o procedimento pelo menos 3 vezes.
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Observações para o equipamento de medição de potência/bancada de teste do tacômetro
O sistema de ajuste de chassi ESP não deve ser desativado por retirada dos módulo de comando, porque os sinais de rotação das rodas transmitidos pelo barramento de dados CAN são necessários nos módulos de comando ME e EGS.
Para desligar a interação nos freios e no motor pelo sistema ESP a função deve ser desativada no módulo de comando de seguinte forma:
A. Trabalhos sem Hand-Held-Tester
Desligar a ignição.
Conectar o adaptador na tomada de teste (X11/4).
Conectar tomada 1 com tomada 6.
Dar a partida na motor (a luz de controle ESP deve ligar!).
B. Trabalhos com Hand-Held-Tester
Desligar a ignição.
Separar a conexão do emissor da rotação da roda do eixo dianteiro (a luz de controle ESP deve ligar!).
Quando o trabalho estiver concluído fazer a conexão novamente e apagar a memória de falhas com o Hand-Held-Tester!
Indicação para o comando da luz de controle CHECK-ENGINE
(somente )
Em caso de falhas (p.ex. ignição ou mistura) a luz de controle CHECK-ENGINE é controlada de forma intermitente. Os códigos de falha atingidos são os até .
Em todas as outras falhas a luz de controle fica sempre ligada
indicação para adaptação da roda do emissor
Após a substituição do módulo de comando ME deve ser realizada primeiro uma adaptação do sensor para a verificação de operação e de operação suave (= programar roda incremental) como segue .
Temperatura do meio de arrefecimento > 70 °C.
Conduzir o veículo em estrada em 3a marcha ou com alavanca de seleção na posição 3 .
Aumentar a rotação do motor até > 3500/min e então diminuir o avanço até < 1200/min .
Após a substituição do sensor de rotação da árvore de manivelas, da coroa do motor de partida ou após troca de motor a adaptação do sensor deve ser primeiro zerada com o HHT e então o ciclo de rodagem deve ser executado como descrito acima.