G07.16-3139-79
Representado no motor 471.9 |
A4 | Módulo de comando da unidade de controle do motor (MCM) | CAN 4 | CAN acionamento | |
B600 | Sensor de posição da árvore de manivelas | M1 | Motor de partida | |
B601 | Sensor de posição da árvore de comando de válvulas | S600 | Tecla de partida e parada do motor | |
B602 | Sensor de temperatura do combustível | Y608 | Injetor de combustível do cilindro 1 | |
B606 | Sensor de temperatura da saída do liquido de arrefecimento | Y609 | Injetor de combustível do cilindro 2 | |
B608 | Sensor de pressão e de temperatura do ar de sobrealimentação no tubo de sobrealimentação | Y610 | Injetor de combustível do cilindro 3 | |
B611 | Sensor de temperatura após filtro de ar (apenas no modelo do motor norma Euro VI)) | Y611 | Injetor de combustível do cilindro 4 | |
B617 | Sensor de temperatura do ar de sobrealimentação no distribuidor do ar de sobrealimentação | Y612 | Injetor de combustível do cilindro 5 | |
B621 | Sensor da diferença de pressão da recirculação dos gases de escape (AGR) | Y613 | Injetor de combustível cilindro 6 | |
B622 | Sensor de pressão do rail | Y642 | Válvula reguladora de fluxo | |
B638 | Sensor de pressão do módulo do filtro de combustível |
Generalidades
O procedimento de partida no motor é iniciado, quando há uma solicitação de partida correspondente pelo CAN de acionamento (CAN 4). Por exemplo, na partida do motor, através do acionamento correspondente da tecla de partida e parada do motor (S600) ou pelo contato de ignição.
Condições prévias
Existência de alimentação de tensão (terminal 30 e terminal 15) no módulo de comando do gerenciamento do motor (MCM) (A4) (ignição ligada)
Bloqueio eletrônico de partida desativado pelo sistema de liberação para a partida
Bloqueio da partida revogada, isto é :
Caixa de mudanças na posição neutra (somente na solicitação de partida através da tecla de partida do motor e de parada do motor (S600))
Tomada de força lateral, se tiver, desligada
Motor desligado ou rotação do motor < 50/min
Função
Com todas as condições prévias cumpridas e com o acionamento da tecla para partida e parada do motor (S600) ou com a recepção via CAN de acionamento (CAN 4) de uma correspondente mensagem com a solicitação de partida, o módulo de comando da unidade de gerenciamento do motor (MCM) (A4) ativa, através de um relé em série do motor de partida, o rele de engate do motor de partida (M1).
O motor de partida (M1) coloca o motor em movimento e o módulo de comando do gerenciamento do motor (MCM) (A4)verifica se o motor de partida (M1) está girando o motor conforme o número mínimo de rotações definido.
Além disto, ele aguarda até que - por meio dos sinais do sensor de posição da árvore de manivelas (B600) - ele possa detectar que o 1º e o 6º cilindros se encontram no ponto morto superior (OT).
Somente então, o início da ativação para o injetor de combustível do cilindro 1 e 6 (Y608 e Y613) pode ser calculado, levando-se em consideração o estado momentâneo de funcionamento do motor.
Simultaneamente, o módulo de comando da unidade de gerenciamento do motor (MCM) (A4) determina o volume de injeção necessário para a combustão e faz com que este seja injetado no momento correto nas câmaras de combustão do 1º e 6º cilindros por meio da ativação correspondente da válvula reguladora do débito (Y642) e dos injetores de combustível dos cilindros 1 e 6 (Y608 e Y613).
A assim chamada dupla ignição tem como objetivo acelerar o procedimento de partida. Ela é mantida (em seguida, seguem os cilindros 5 e 2, 3 e 4, e então novamente 1 e 6 etc.) até que o OT de ignição do 1º cilindro seja detectado com o auxílio do sensor de posição da árvore de comando de válvulas (B601).
Se o sensor de posição da árvore de comando de válvulas (B601) não fornecer nenhum impulso, uma parte da dupla ignição é desligada até que o OT de ignição seja detectado por meio da redução da rotação do motor que ocorre quando um êmbolo não se encontra no OT de ignição. Quando o OT da ignição for conhecido, o motor continua a funcionar de forma inalterada. No entanto, por razões de proteção do motor, o torque máximo do motor é limitado. Adicionalmente, existe a possibilidade do módulo de comando do gerenciamento do motor (MCM) (A4) regular a rotação de operação de emergência.
Determinação do volume de injeção:
A fim de obter uma partida segura do motor com a menor emissão possível de gases poluentes, a determinação do volume de injeção é realizada de modo independente da posição do pedal do acelerador.
O volume de injeção selecionado para o procedimento de partida irá se basear, primeiramente, na temperatura do líquido de arrefecimento, que é determinada pelo módulo de comando do gerenciamento do motor (MCM) (A4) por meio do sensor de temperatura do líquido de arrefecimento no escape (B606).
Outras grandezas de influência para o volume de injeção durante o procedimento de partida são a rotação momentânea do motor e a altitude geográfica na qual o veículo ou o motor se encontram.
Para a determinação da altitude, existe um sensor de pressão atmosférica no módulo de comando do gerenciamento do motor (MCM) (A4), por meio do qual é possível determinar a pressão atmosférica do ar circundante e realizar a derivação da altitude momentânea do veículo ou motor.
A partida do motor realiza-se com este volume de injeção de inicial dependente, em primeira linha, da temperatura.
Se o motor não puder ser colocado em marcha com o volume de injeção da partida, o volume de injeção é continuamente elevado, até que o motor seja colocado em marcha ou o valor limite para o volume de injeção de partida seja atingido. Este é mantido até que a ativação do motor de partida (M1) seja interrompida de forma autônoma, ou após um determinado intervalo de tempo, por parte do módulo de comando de gerenciamento do motor (MCM) (A4), de forma a proteger o motor de partida (M1) contra sobrecargas mecânicas ou térmicas (limitação do tempo de partida).
Se o motor ligar com o contato de ignição ou a tecla para partida e parada do motor (S600) ainda sendo acionado, e se o motor atingir uma determinada rotação do motor, a ativação do motor de partida (M1) é interrompida (rotação de descarga de partida).
O pinhão é retraído da coroa dentada no volante, enquanto o comando de partida do volume de injeção muda para a regulagem de marcha lenta. Esta transição também é denominada descarga de partida e tem como consequência apenas uma alteração do método de cálculo. Como a capacidade de partida a frio dos motores diesel no caso de baixas temperaturas externas é limitada pela crescente resistência à rotação do motor, baixas temperaturas na câmara de combustão e condições desfavoráveis de pulverização do combustível, uma injeção piloto é realizada em determinadas condições prévias.
Esta contribui de forma significativa para tempos de partida mais curtos, para um funcionamento suave do motor mais cedo, para uma resposta melhor do acelerador, para uma emissão menor de fumaça branca, para uma emissão menor de poluentes e para menos emissões de ruído.
Determinação da rotação do motor e do ângulo da árvore de manivelas - funcionamento | |||
Determinação do tempo de compressão no 1º cilindro, funcionamento | |||
Determinação da temperatura do líquido de arrefecimento - funcionamento | |||
Determinação da massa de ar - funcionamento | |||
Determinação da temperatura do combustível - funcionamento | |||
Alimentação de combustível - Função |
Documentos referenciados
- gf0700g3001n Determinação da rotação do motor e do ângulo da árvore de manivelas - funcionamento
- gf0700g3002n Determinação do tempo de compressão no 1º cilindro, funcionamento
- gf0704g3001n Determinação da temperatura do combustível - funcionamento
- gf0707g3001n Determinação da massa de ar - funcionamento
- gf0716g4012n Determinação da temperatura do líquido de arrefecimento - funcionamento
- gf4700g0002n Alimentação de combustível - Função